As Belas Profecias, Uma resenha.

Olá meus queridos e queridas… Tou em dívida com vocês, né? Pois é, eu reconheço que tenho andado deveras relapso com o blog. O que acontece é que, uma semana depois que fiz o último post, prometendo as resenhas, eu fiquei sem internet. Fiquei um bom tempo sem conseguir me conectar, só beeeem de vez em quando em lan houses e por alguns minutos, pra dar uma olhada nos e-mails e ver se tinha alguém afim de me dar emprego.

Bom, ninguém me deu emprego, e a internet voltou. Eba? Não, ainda não dava pra voltar a postar no blog, pq eu tava totalmente sem tempo, numa correria desenfreada tentando salvar meu pescoço na faculdade, e a faculdade em si. Uma longa conversa que posto depois, se alguém quiser ouvir. Mas eu prometi que ia trazer a resenha de um dos dois livros que eu tinha lido: “As Belas Profecias” e “Deuses Americanos”, e pra mim promessa é dívida, mesmo que eu tente enrolar o credor e pagar um bom tempo depois do prazo às vezes. E é isso que vim fazer nesse post. Pagar minha dívida!

Vamos lá. Tirei no par ou impar contra o espelho e o livro vencedor pra ter a primeira resenha publicada é…

                                                           Belas Maldições

Sendo assim, vamos ao que interessa!

Belas Maldições é um livro escrito pelo grande mestre Neil Gaiman, escritor, entre outras coisas de Sandman, Livros da Magia, e do roteiro de Beowulf (essa você não sabia! xD) e também por Terry Pratchett (autor de Discworld). Ponto. Não precisaria falar mais nada pra poder te convencer a sair correndo nesse exato momento em direção à livraria mais próxima pra comprar o livro, mas como eu sou um bom rapaz vou te falar um pouco mais sobre o livro…

Começando pela história: o Apocalipse. Bang! “Impressionante!”, vc deve tar pensando, afinal existem dezenas de livros sobre o Apocalipse. Da Bíblia até os X-Men. Mas não meus queridos, eu lhes garanto que nunca o Juízo Final foi tratado de forma tão excelente quanto em Belas Maldições, e logo no início do livro, podemos perceber isso. A história começa com uma conversa entre duas “pessoas”, discutindo se a expulsão de Eva e Adão do paraíso foi justa ou não. Enquanto uma acha que foi um exagero, que não precisava nada disso, a outra defende. Detalhe: Quem acha que foi um exagero é Crowley, o demônio que tentou Eva a comer a maçã, e quem defende a expulsão é Aziraphale, o anjo detentor da espada flamejante que os expulsou. O argumento de Crowley: “Se Ele não queria que eles comessem, pq não escondeu melhor?”. Essa parte não tá na Bíblia, eu te garanto, mas já dá pra ter uma idéia do que rola no livro, que, após essa pequena discussão entre um anjo e um demônio (que aliás, são grandes amigos), nos leva até, os dias atuais, a onze anos do Armagedom.

É concebido o filho do capeta, as forças do céu e do inferno se preparam e Crowley e Aziraphale, que concordam que a Terra é um lugar realmente bacana para se viver, decidem confrontar bem e mal, impedindo a guerra final e, com ela, o término do mundo que conhecemos. O problema é que o apocalipse está agendado para acontecer no ano em que a criatura mais poderosa do planeta, o anticristo, completaria seus onze anos de idade! E como se enfrentar um inimigo tão jovem já não fosse ruim o bastante, o moleque é simplesmente adorável!

Enfim, esse livro é simplesmente excelente, um dos melhores que li em toda minha vida (e foram muitos livros, acreditem). Não acredito que em qualquer outro livro eu vá encontrar os elementos que vi ali, tais como um demônio amigão de um anjo, um cavaleiro do apocalipse (que na história são motoqueiros, diga-se de passagem, segundo eles, os verdadeiros “Hell Angels”)com crise existencial, um livro de profecias que acerta tudo e que ninguém nunca se interessou por ele e muito mais.

É, é uma resenha deveras pequena. Mas a intenção é justamente essa. Se eu falar qualquer coisa a mais do livro que não seja “VÁ CORRENDO COMPRAR/BAIXAR UM EXEMPLAR!!!” estraga a leitura. Você só precisa saber que o livro é mais que excelente, é fenomenal. E que foi escrito pelos grandessíssimos mestres Gaiman e Pratchett. Simples assim.

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