Algodão… Doce?

Estava trabalhando no pc quando resolvi acessar meu e-mail, ver se tinha alguma oferta de emprego e tal, e vi que eu tinha recebido um novo comentário aqui. Pensei cá comigo: “Oras bolas, mas num é que ainda tem gente que visita o PqueB, o pá!?” seguido por: “mas que porra é essa? Tá pensando com sotaque agora, caralho? Pensa direito, feito homem”. Sendo assim, tomei duas decisões: ler o comentário e parar de pensar igual português, que não tou afim de ajudar nesse negócio de mudar nossa língua que o Lula propôs.

Lendo o comentário, primeiro vi que era do meu grande amigo Bruno Saiago, você não conhece não. Mas pode conhecer clicando aqui. E li que ele tava me pedindo pra não abandonar esse blog e me dedicar só ao outro. Portanto, resolvi que ia vir aqui postar uma merda qualquer, dando início oficialmente ao PqueB 2.0, e também que tinha que postar alguma coisa no outro, que tá mais abandonado que filho de puta pelo pai.

Então senta aí e se diverte.

Antes de qualquer coisa, a resposta pro meu querido amigo Bruno: Filhão, eu não pretendia abandonar o PqueB pra me dedicar ao Deus-AI, na verdade, os dois estão abandonados. Têm sido dias corridos, pq tou me desdobrando em vender planos de saúde, criar sites e fazer doce pra vender na praça. Quanto à sua recomendação, de colocar a Cléo pra postar algo aqui enquanto estou ali, só uma coisa a dizer: Você REALMENTE conhece a mesma Cléo que eu? É só pegar quantos posts ela colocou aqui desde que estreou, e quantos posts ela já colocou nos blogs dela. Acho que se eu pedir pros passarinhos da minha mãe postarem algo, capaz de sair antes. xD

Postem Pombos!

Postem Pombos!

Mas enfim, vamos ao post propriamente dito, que é sobre a Amy CasadoVinho.

Levando em consideração que esse é um blog de humor e que a Amy passa mais tempo drogada do que respirando, acho até estranho que nunca houve nenhuma notícia dela aqui. Então, você deve estar se perguntando, o que diabos ela fez de tão louco que mereceu uma menção honrosa no blog? Simples: ela tornou real uma lenda urbana da minha infância: misturou algodão doce e cocaína.

É matemática simples...

É matemática simples...

Cara, o que se passa na cabeça de uma cidadã pra chegar a esse ponto? “Porra, eu gosto de algodão doce, e gosto de cocaína. Se eu misturar essa merda, será que fica bom?” Só pode! E, até onde eu me lembrava, cocaína não se comía, se cheirava. Será que ela curte dar uma cafungada num algodão doce também? Não é possível.

Ó, a notícia completa tá aqui, pra você ver que não tou mentindo. Volto depois, com mais alguma merda da qual você não quer saber, mas vai ler assim mesmo pq não tem mais porra nenhuma pra fazer. Beijo na bunda das meninas, e um “falaí” de longe pros rapazes. Fui!

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